domingo, 22 de abril de 2012

O Serviço Social e a Atuação do Profissional

O Serviço Social é uma profissão interventiva que busca diminuir as disparidades sociais.
O Assistente Social atua através de pesquisa e análise de realidades sociais, na formulação, execução e avaliação de serviços, programas e políticas sociais que buscam a preservação, defesa e a ampliação dos direitos humanos e a justiça social.
O trabalho do assistente social tem como objetivo visar e garantir direitos e assistência para a população desamparada (vulnerável ), fazendo isso por meio de políticas sociais, de forma organizada e planejada, lutando contra os problemas das injustiças que podem afetar os desamparados socialmente.

sábado, 21 de abril de 2012

Riscos que a Internete nos trás

A evolução da internete para a sociedade trouxe muitos benefícios,benefícios estes que se tornou uma necessidade, ou seja, esta hoje  é uma ferramenta de trabalho em todas as áreas. A internete realmente mudou os nossos dias facilitando a nossas vidas. A autora deste texto Cristiana Sleimam faz uma pergunta da qual nos faz refletir: será que que a sociedade estava preparada para essa grande evolução?

A mesma nos lembra  das tantas recomendações que nossos pais nos faziam a respeito dos riscos que corríamos ao sairmos de casa, más hoje, será que os pais recomendam aos filhos dos riscos que seus filhos correm ainda estando dentro de suas casas? Concordo com ela quando diz que nós adultos não estávamos preparados para lidar com a internete, imagina as crianças e adolescentes.

Realmente é preocupante saber que esse espaço adquirido tem sido usado sem limites, sem regras e sem legislação como ela mesma relata, e afirma também de que  somos responsáveis por todo e qualquer ato com intensão ou sem intensão que nós ou nossos filhos praticam. E como advogada nos alerta dos incidentes frequentes envolvendo menores, dos quais os pais chegam a pagar indenizações.

Para evitar problemas futuros, nos adverte da ética que nós pais, educadores e profissionais de qualquer área devem dar como exemplos, pois em determinada época a ética trouxe valores como a privacidade. Muitos menores de idade acreditam não ser responsáveis pelos seus  atos acometidos na internete quando criam comunidades para ofender e ameaçar  professores, publicar fotos indevidas de colegas.

O Código Civil como o Estatuto da Criança e Adolescente é claro na questão de responsabilidade, portanto os pais tem o dever de "vigiar" o que os filhos fazem na internete, por segurança e também para que não cometam algum tipo de infração, pois entre pais e filhos não há invasão de privacidade .

Quanto ao professor, sua responsabilidade para com seus alunos vai além da sala de aula. Imagine que se o professor sabe de que um aluno é vítima de boolying e permanece omisso. Segundo a autora já há países que ensinam seus alunos sobre ética e segurança online. Já no Brasil poucas escolas tomaram essa iniciativa de incluir em seu currículo o ensino da "Ética e Cidadania Digital". O ensino de ética e cidadania digital é um dever de todos a começar em casa completando-se na escola, como também dever do governo em criar programas  de Cidadania Digital.





segunda-feira, 2 de abril de 2012

O jeitinho feminino de ser

O que quer uma mulher
Um bebê nasce. O médico anuncia: é uma menina! A mãe da criança,
então, se põe a sonhar com o dia em que a sua princesinha terá um
namorado de olhos verdes e casará com ele, vivendo feliz para sempre.
A garotinha ainda nem mamou e já está condenada a dilacerar corações.
Laçarotes, babados, contos de fadas: toda mulher carrega a síndrome de
Walt Disney.
Até as mais modernas e cosmopolitas têm o sonho secreto de encontrar
um príncipe encantado. Como não existe um Antonio Banderas para todas,
nos conformamos com analistas de sistemas, gerentes de marketing,
engenheiros mecânicos. Ou mecânicos de oficina mesmo, a situação não
anda fácil. Serão eles desprezíveis? Que nada. São gentis, nos ajudam
com as crianças, dão um duro danado no trabalho e têm o maior prazer
em nos levar para jantar. São príncipes à sua maneira, e nós,
cinderelas improvisadas, dizemos sim! sim! sim! diante do altar; mas,
lá no fundo, a carência existencial herdada no berço jamais será
preenchida.
Queremos ser resgatadas da torre do castelo. Queremos que o nosso
pretendente enfrente dragões, bruxas, lobos selvagens. Queremos que
ele sofra, que vare a noite atrás de nós, que faça tudo o que o José
Mayer, o Marcelo Novaes e o Rodrigo Santoro fazem nas novelas.
Queremos ouvir "eu te amo" só no último capítulo, de preferência num
saguão de aeroporto, quando ele chegará a tempo de nos impedir de
embarcar.
O amor na vida real, no entanto, é bem menos arrebatador. "Eu te amo"
virou uma frase tão romântica quanto "me passa o açúcar". Entre
casais, é mais fácil ouvir eu "te amo" ao encerrar uma ligação
telefônica do que ao vivo e a cores. E fazem isso depois de terem se
xingado por meia-hora. "Você vai chegar tarde de novo? Tenha a santa
paciência, o que é que você tanto faz nesse escritório? Ontem foi a
mesma coisa, que inferno! Eu é que não vou prepar o jantar para você
às dez da noite, te vira. Tchau, também te amo." E batem o telefone
possessos.
Sim, sabemos que a vida real não combina com cenas hollywoodianas.
Sabemos que há apenas meia dúzia de castelos no mundo, quase todos
abertos à visitação de turistas. Sabemos que os príncipes, hoje, andam
meio carecas, usam óculos e cultivam uma barriguinha de chope. Não são
heróicos nem usam capa e espada, mas ao menos são de carne e osso, e a
maioria tentaria nos resgatar de um prédio em chamas, caso a escada
magirus alcançasse o nosso andar. Não é nada, não é nada, mas já é
alguma coisa.
Dificilmente um homem consegue corresponder à expectativa de uma
mulher, mas vê-los tentar é comovente. Alguns mandam flores, reservam
quarto em hotéizinhos secretos, surpreendem com presentes, passagens
aéreas, convites inusitados. São inteligentes, charmosos, ousados,
corajosos, batalhadores.
Disputam nosso amor como se estivessem numa guerra, e pra quê? Tudo o
que recebem em troca é uma mulher que não pára de olhar pela janela,
suspirando por algo que nem ela sabe direito o que é. .........
Perdoem esse nosso desvio cultural, rapazes. Nenhuma mulher se sente
amada o suficiente.
Martha Medeiros

Um pouquinho de nós...

QUANDO CHEGAR
"Quando chegar aos 30
serei uma mulher de verdade
nem Amélia num ninguém
um belo futuro pela frente
e um pouco mais de calma talvez
e quando chegar aos 50
serei livre, linda e forte
terei gente boa ao lado
saberei um pouco mais do amor
e da vida quem sabe
e quando chegar aos 90
já sem força, sem futuro, sem idade
vou fazer uma festa de prazer
convidar todos que amei
registrar tudo que sei
e morrer de saudade."
Martha Medeiros